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Juliana Pacheco - Crédito Divulgação
Juliana Pacheco - Crédito Divulgação

FENALAW 2019 - Quando o marketing jurídico descobre a estratégia

Juliana Pacheco, que lança livro na 16ª edição do evento, aponta erros e acertos mais comuns de escritórios
por Iuri Dantas
publicado em24/10/2019

Conselheira da Fenalaw responsável pelo seminário de Marketing Jurídico, Juliana Pacheco, avalia que os escritórios de advocacia que adotaram ferramentas de marketing nos últimos anos precisam, agora, dar um novo salto, integrando o uso das ferramentas de divulgação ao planejamento estratégico dos escritórios.

Juliana, que atua como consultora da JP Gestão Legal, lança nesta quinta-feira (24/10), seu livro "Marketing Estratégico para Advogados", no qual explica como muito escritórios empregam o marketing no seu dia-a-dia, mas não conseguem atingir potenciais clientes ou ter eficiência em suas mensagens para públicos específicos. 

A 16ª edição da Fenalaw, maior evento da área de direito da América Latina, reúne mais de 280 palestrantes e dezenas de empresas de soluções jurídicas, softwares de gestão e outros serviços para escritórios e departamentos jurídicos. Acompanhe nossa cobertura também nas redes sociais.

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Qual a importância do marketing para advogados?

Juliana Pacheco - Nos dias atuais, o marketing é essencial para qualquer tipo de negócio, inclusive pro negocio jurídico. A quantidade de advogados que temos no Brasil é extremamente elevada, cada vez mais o marketing se faz necessário para que você se destaque. O profissional precisa de alguma maneira ser conhecido e reconhecido, de modo a ser lembrado quando alguém precisa de advogado.

Qual a diferença para o marketing estratégico? 

Juliana Pacheco - O marketing estratégico é exatamente uma maneira para que você não utilize o marketing ao léu e alinhe toda a estratégia de marketing à atuação estratégica do escritório. Não existem muitos escritórios que efetivamente trabalham com marketing. Mas quem trabalha peca, porque não direciona suas ações de marketing de acordo com o planejamento estratégico do escritório. Antes de se pensar em plano de marketing, é necessário pensar no planejamento estratégico do escritório, ver os serviços que vão ser oferecidos, quem é o publico-alvo… a partir daí, começa a fazer análise de suas ações de marketing, para direcionar ao público que foi detalhado. Do contrário, acaba jogando fora os esforço. 

Isso é muito comum?

Juliana Pacheco - É o que mais acontece, muitos escritórios de advocacia dizem que não vêem resultado com marketing. Não é eficiente porque a pessoa não direciona. Vai com uma metralhadora e acha que vai acertar o mundo inteiro, mas não alinha a comunicação, não alinha o meio, precisa conhecer o que suas personas consomem, e não atende as necessidades, os problemas que elas têm. Quando existe esse desalinhamento entre as personas e as ações de marketing a roda fica solta e esse é um grande problema no marketing jurídico no brasil.

E na outra ponta? Você conhece casos em que a integração do marketing ao planejamento estratégico do escritório deu resultado?

Juliana Pacheco - É o que me dá credibilidade para falar sobre a estratégia alinhada. De fato, se você fizer o networking estratégico --não é apenas ter rede de contatos, mas qualificar sua rede e trabalhar com o networking para te levar para algum lugar alinhado com sua estratégia-- a gente tem conseguido extrair uma informação de eficácia dos escritórios.

Por exemplo?

Juliana Pacheco - Conseguem maior prospecção de clientes, se distanciam da captação indevida que o Código de Ética da OAB proíbe. Quando faz o inbound marketing e rede de relacionamentos da maneira adequada à realidade jurídica, é um marketing de atração, atrai indiretamente falando de assuntos que dizem respeito às dores daquelas pessoas, e a partir daí consegue ser lembrado no momento adequado. Seja para advocacia consultiva ou contenciosa, nos dois casos se consegue expor adequadamente para as pessoas certas, que têm a possibilidade de algum dia consumir seu serviço e o escritório será lembrado. Isso o código de ética permite, porque não está mercantilizando o mercado jurídico, mas oferecendo informação e em contrapartida pode ser lembrado e contratado por aquelas pessoas.

 

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