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A boutique Chinaglia Oliveira Advogados é especializada em investigações corporativas e defesa de clientes perante autoridades administrativas e judiciais/Unplash
A boutique Chinaglia Oliveira Advogados é especializada em investigações corporativas e defesa de clientes perante autoridades administrativas e judiciais/Unplash

Uma nova boutique jurídica especializada em investigação corporativa e direito econômico

Olavo Chinaglia e Clarissa Oliveira fundam a boutique Chinaglia Oliveira Advogados em São Paulo
por Luciano Teixeira
publicado em28/05/2020
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direito

O mercado brasileiro tem uma nova boutique jurídica. É a Chinaglia Oliveira Advogados, especializada em investigações corporativas (colarinho branco, anticorrupção, cartéis, fraudes e recuperação de ativos) e na defesa de clientes perante autoridades administrativas e judiciais.

A firma foi fundada pelos advogados Olavo Chinaglia e Clarissa Oliveira, que já trabalharam em alguns dos maiores escritórios brasileiros.  Olavo será o sócio-gerente e líder da área de direito econômico e Clarissa vai liderar os setores de crime de colarinho branco. Os dois coordenarão as práticas de conformidade e investigações corporativas.

“Estamos sendo muito seletivos na formação de nossa equipe. Buscamos profissionais verdadeiramente talentosos que nos ajudem a oferecer resultados substanciais aos nossos clientes. Até o momento, somos dois sócios, dois associados e uma equipe, e continuamos explorando o mercado para encontrar profissionais de destaque em todos os níveis”, disseram os sócios.

Entre os principais clientes, está a Camil Alimentos SA, uma empresa de capital aberto que atua no setor de alimentos. A empresa está contestando a aquisição anunciada do negócio de café torrado da Mitsui (Café Brasileiro) pela empresa Café Três Corações, empresa líder no mercado brasileiro de café torrado.

A boutique também representa a Medtronic (indústria de dispositivos médicos) em investigações antitruste. E acaba de submeter à revisão do Cade a aquisição da Schülke & Mayr (fabricante de produtos de prevenção de infecções e insumos para a indústria cosmética) pelo grupo sueco EQT.

A boutique jurídica também representa pessoas físicas e empresas no contexto da operação Lava Jato e outros casos de cartel e abuso de posição dominante. A firma também vai assessorar e aconselhar empresas nos setores de ensino superior, construção, produtos químicos e petroquímicos, bancos e tecnologia, além de casos em andamento que envolvem várias jurisdições, como Suíça, Itália, França, EUA, Ilhas Virgens Britânicas e Ilhas Cayman, além do Brasil.

Com 16 anos de experiência em direito penal, Clarissa Oliveira trabalhou na última década em alguns dos maiores escritórios de advocacia brasileiros, assessorando clientes nacionais e internacionais na condução de avaliações de risco anticorrupção e mitigação de passivos criminais, no contexto de fusões e aquisições, operações de project finance e mercado de capitais de várias jurisdições.

Clarissa Oliveira

A advogada tem ampla experiência em negociações com autoridades e coordenou uma série de investigações internas e independentes sobre corrupção, cartéis, fraudes, concorrência desleal e má conduta trabalhista. O histórico de auditorias internas conduzidas por ela incluem investigações em resposta a intimações de autoridades brasileiras e internacionais.

Nos últimos anos, ela apoiou os clientes no cumprimento dos requisitos dos acordos de leniência reportados aos monitores brasileiros e americanos e conduziu investigações paralelas a pedido de auditores externos.

Como advogada de defesa criminal, ela ajudou pessoas físicas em algumas das investigações e ações judiciais relacionadas a crimes contra o mercado de capitais e crimes financeiros.

"Desejamos a Clarissa bons resultados em seus novos empreendimentos”, disse Guilherme Forbes, da Stocche Forbes Advogados, a firma anterior da advogada.

Olavo Chinaglia tem 23 anos de experiência e trabalhou na última década como sócio do Pereira Neto Macedo Advogados.

 

Olavo Chinaglia

Ele tem sólida experiência em casos importantes de cartel (incluindo as conexões com a investigação da Lava Jato) e notificações de fusões, afetando vários campos da indústria. Sua prática também inclui litígios e contratos comerciais, integridade corporativa e questões de conformidade.

Chinaglia foi comissário do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), de agosto de 2008 a agosto de 2012 e atuou como presidente interino da autarquia entre janeiro e maio de 2012. Durante seus mandatos, ele representou o Cade junto à Autoridade Internacional da Concorrência (ICN, sigla em inglês) e também no Comitê de Concorrência da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O advogado também é professor do Ibmec de São Paulo.

“Desejamos-lhe sucesso em seu novo empreendimento”, disse Caio Mário da Silva Pereira Neto, do escritório Pereira Neto Macedo Advogados, de onde Chinaglia saiu para criar sua própria boutique.

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