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La reforma no es la panacea para la economía brasileña, pero crea las condiciones para una reforma fiscal / Pixabay
La reforma no es la panacea para la economía brasileña, pero crea las condiciones para una reforma fiscal / Pixabay

Brasil em reforma

A Câmara de Deputados do Brasil aprovou a reforma da previsão, ainda pendente de passar pelo Senado
por Maria Rita Bastos-Tigre
publicado em02/08/2019
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Brasil

Depois de mais de seis meses de intensa discussão, o Brasil aprovou, no Congresso, sua reforma da previsão. Embora a votação no Senado foi adiada para agosto, este primeiro passo já constitui um primeiro grande logro do governo de Bolsonaro e um importante passo no controle do esbanjamento estatal brasileiro, um sinal para que a economia do país ganhe forças e volte a crescer.

Os principais câmbios da Nova Previdência são o aumento da idade mínima para se aposentar, que passa a ser de 65 e 62 para homens e mulheres respectivamente; com o requisito de pelo menos 20 anos de contribuição para homens e 15 para as mulheres; uma alíquota de contribuição em conformidade com o salário e a redução das diferenças entre os trabalhadores públicos dos privados.

Apesar disso, muitos dizem que a reforma está incompleta, pois não inclui os estados e municípios, nem o sistema de capitalização — o qual o Governo espera incluir em uma segunda etapa. Apesar de suas limitações, quando a reforma for aprovada gerará uma poupança para a economia de 250.000 bilhões de dólares durante os próximos 10 anos, o que permitirá um respiro para as arcas fiscais e retomar planos de investimento em infraestrutura e educação.

A reforma não é a panaceia para a economia brasileira, mas cria as condições para uma reforma fiscal pois já se debate e permite à Administração pôr em prática uma série de medidas que tem como objetivo facilitar os negócios e investimentos no país, como: o programa de privatização, a implementação do já anunciado plano de redução de preços de combustíveis e ações para a abertura da economia.

A recuperação da economia do gigante latino-americano é valiosa para o Chile. O Brasil, apesar de toda política protecionista, já é o principal destino dos investimentos chilenos no mundo. Assim, uma agenda político-econômica que busca reduzir o tamanho do Estado e a dívida pública, ao mesmo tempo que pretende estimular a atividade produtiva com a simplificação do comércio exterior e abertura da economia, encaixam perfeitamente no modelo de negócios das empresas chilenas.

Até os economistas brasileiros, quem têm recortado seus prognósticos de crescimento constantemente, estão esperançados. Notam o câmbio de humor? Com esta primeira aprovação, a confiança no país voltou a crescer e os ânimos para novos investimentos também. O Brasil, sem dúvida, há dado um passo importante para superar suas travas e alcançar seu potencial.

Una-se à discussão!

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