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El buque opera en el área pre-sal de la cuenca de Santos, en Brasil / Pixabay
El buque opera en el área pre-sal de la cuenca de Santos, en Brasil / Pixabay

Japonesa Modec diversifica suas fontes de financiamento com a colocação de um bônus de projeto

Com os recursos obtidos, refinanciará a construção de um navio petroleiro que opera na bacia brasileira de Santos
por Ingrid Rojas
publicado em08/09/2019
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A MV24 Capital, uma entidade de propósito especial holandesa, propriedade afiliada à japonesa Modec, provedora de sistemas flutuantes de petróleo e gás, emitiu um bônus de projeto por 1,1 bilhão de dólares no mercado internacional a uma taxa de juros anual de 6,748% e prazo de 14,8 anos (com vencimento no 1° de junho de 2034).

Tostes e Associados Advogados (Rio de Janeiro) assessorou à emissora e a Mitsui & Co., Modec, Mitsui O.S.K. Lines e Marubeni Corporation, como sponsors da oferta.

King & Spalding LLP (Tóquio e Nova Iorque) assessorou a Modec, enquanto que a Modec Brasil foi apoiada por sua equipe jurídica interna.

White & Case (São Paulo, Tóquio e Miami) e Stocche Forbes Advogados (São Paulo) assistiram a Mizuho Securities USA, Morgan Stanley & Co. e SMBC Nikko Securities America, que atuaram como joint bookrunners junto a Citigroup Global Markets, que também atuou como coordenador global da oferta. Os valores estão garantidos pela Cernambi Sul MV24.

A Modec assinalou que os recursos obtidos serão usados para o reembolso de empréstimos correntes, gastos de emissão e distribuições aos acionistas. Stocche Forbes precisou que com os fundos, a empresa refinanciará a construção do navio de produção, armazenagem e descarga “FPSO Cidade de Mangaratiba MV24”, propriedade da Cernambi Sul MV24. A construção do FPSO se financiou com recursos outorgados pelo Japan Bank for International Cooperation (JBIC) e bancos comerciais.

A unidade é operada pela Modec, por um período de 20 anos, no campo Lula-Iracema, na região pré-sal da Bacia de Santos, no Brasil. Começou a produzir em 2014 e atualmente está fretada pelo consórcio TUPI, encabeçado pela Petróleo Brasileiro (Petrobrás) com 65% de participação, Royal Dutch Shell (25%) e Petrogral Brasil (10%). A Modec salientou que a colocação melhora sua estabilidade financeira ao diversificar suas fontes de financiamento para seu negócio do FPSO charter.

A empresa disse que este é o primeiro bônus de projeto para um FPSO emitido fora do Japão sob a Regra 144-A e o Regulamento S da Lei do Mercado de Valores dos Estados Unidos. A emissão recebeu qualificação “BB” de Standard & Poor’s e de Fitch Ratings.


Assessores legais

Assessores da MV24 Capital B.V., Mitsui & Co., Ltd. Modec, Inc., Mitsui O.S.K. Lines, Ltd. e Marubeni Corporation:

  • Tostes e Associados Advogados (Rio de Janeiro): Sócios Antônio Carlos Vasconcellos e Reginaldo Sorrenti. Advogado Samuel Sigilião.

Assessores da Modec Inc.:

  • King & Spalding LLP (Tóquio e Nova Iorque): Sócios John McClenahan e Mark Davies. Consejero Kevin Manz. Associado Yun (Jonathan) Wang.

Assessores da Modec Brasil:

  • Advogada in-house: Rachel Pinaud.

Assessores dos Citigroup Global Markets, Inc., Mizuho Securities USA LLC, Morgan Stanley & Co. LLC e SMBC Nikko Securities America, Inc.:

  • White & Case LLP (São Paulo, Tóquio e Miami): Sócios John Anderson, John Guzmán e Paul Harrison. Associados Mariana Seixas, Sean Williams, Lúcia Benabentos, Lauran San Román Guijarro, Lina Maria Mesa e Joey Chan.
  • Stocche Forbes Advogados (São Paulo): Sócia Miriam Signor. Associados Rafael Bresciani, João Carlos Villa e Mariana David.

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